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sexta-feira, 20 de maio de 2011

32 milhões de brasileiros trocam mídia tradicional pela internet


 A oitava edição da pesquisa F/Radar, feita pela F/Nazca em parceria com o Datafolha, quantificou a emancipação virtual dos conteúdos das chamadas mídias broadcast.
O rádio lidera a lista: 25% dos internautas têm o hábito de ouvir algum programa radiofônico no meio digital em vez de consumi-lo da maneira convencional.
No caso da TV e do cinema, o percentual cai para 21 e 20%, respectivamente. A prática é mais recorrente entre 12 a 34 anos. 
O fenômeno pode estar entre os motivos da queda de 16% na audiência do rádio e 10% da TV entre 2005 e 2010. “Na medida em que se consolida a tendência de livre descolamento dos conteúdos das plataformas tradicionais, aumenta a urgência pela definição de modelos eficazes de inserção e remuneração publicitária na internet”, aponta José Augusto Porto, diretor nacional de planejamento da F/Nazca.
A agência realiza a pesquisa F/Radar semestralmente desde o início de 2007. No levantamento de novembro de 2010 foram feitas 2.203 entrevistas em 146 municípios brasileiros. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, dentro de um nível de confiança de 95%. O desenho amostral foi elaborado com base em informações do Censo 2000 e estimativas 2009 do IBGE. 

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Conheça o Portal Oficial do Bairro Fonseca - Niterói

Isto sim é aparecer de verdade!!!





Antes de mais nada, vamos aos devidos créditos.

Os números aqui descritos podem ser conferidos em www.comscore.com, uma empresa americana especializada em métricas de internet. Embora as redes sociais e o e-mail ainda tenham grande volume quando o assunto é marketing digital, não há dúvida que a maior fonte de resultados para quem quer divulgar sua marca ou seu estabelecimento na internet continua a ser, e assim será ainda por muitos anos, os sites de busca.


E o que é um site de busca?

Para dar o exemplo, vamos ao site que registrou 89% das buscas no Brasil em 2010: www.google.com.br

Somente em 2010, 30.000.000 de pessoas realizaram 4.200.000.000 pesquisas. Muitos zeros? Mas é isto mesmo: 30 milhões de pessoas realizaram 4 bilhões e 200 milhões de pesquisas em 2010, somente no Brasil.
Você pode considerar que 30.000.000 de consumidores estavam querendo efetuar 4.200.000.000 de compras?


Não é bem assim!

Mas, excluindo-se aqueles que estavam atrás de material para suas pesquisas escolares, ou de informações sobre personalidades, ou ainda, de informações sobre cidades ou locais turísticos, vamos ficar com 2.000.000.000 de pesquisas relacionadas a produtos e serviços a serem consumidos. São 2.000.000.000 de oportunidades de vendas, de negócios ou de novos clientes.

Considerando este número, e o total de audiência do site 
www.omelhordobairro.com.br, que tem 90% de seu tráfego vindo diretamente dos buscadores, vamos chegar a um número muito interessante: De cada 1.000 pessoas que usaram a internet para encontrar algo para consumir, 6 encontraram este estabelecimento através do site www.omelhordobairro.com.br.

Prefere números absolutos?: Dos 2 bilhões de consumidores, 11 milhões poderiam ter chego ao seu estabelecimento através do site www.omelhordobairro.com.br. Agora, claro que achar algo que se procura é uma etapa fundamental do processo de compra de determinado produto, mas você não pode ser esquecer da imagem que o seu cliente terá de você, além das questões regionais. Se ele quer algo na Lapa, não adianta você mostrar a pizzaria de Jndiaí.

Lembre-se que a 1º impressão é a que vale, ainda mais se for a única.

Então pense bem: Onde quer aparecer? E como quer aparecer? Quer ser mais um em um lista de milhares, ou quer que o reconheçam como o destaque do seu bairro.

O negócio é seu, o investimento em publicidade é de sua responsabilidade e os resultados serão suportados, para o bem e para o mal, por você.

Eu apenas quis esclarecer alguns pontos obscuros quando o assunto é marketing digital.

Boa sorte na sua próxima escolha.


www.alexa.com - aqui pode conferir nossa posição no Ranking do Brasil.


segunda-feira, 16 de maio de 2011

Os bastidores da gestão de Steve Jobs, da Apple



Não é à toa que a Apple, comandada por Steve Jobs, ultrapassou o Google e se tornou a empresa mais valiosa do mundo, de acordo a pesquisa da recente da agência Millward Brown. Com um regime quase militar, a companhia funciona com funções muito bem definidas, pouca tolerância a erros e a exigência da maior discrição possível (e impossível) sobre seus próximos projetos. É isso o que revela uma reportagem da revista americana Fortune.
Segundo o texto, apesar de a Apple ser, aos olhos dos consumidores, como a fábrica de Willy Wonka, o misterioso e excêntrico dono da fábrica de chocolates mais famosa do mundo, no filme A Fantástica Fábrica de Chocolates, a empresa de tecnologia esconde um lado menos mágico e, quando vista por dentro, se revela mais obscura, brutal e impiedosa. Lá, a responsabilidade é rigorosa, falhas não são toleradas (principalmente se vierem de altos executivos), decisões são rápidas e tudo é falado de forma clara, para que ninguém tenha dúvidas sobre o que fazer e como fazer.
Essas orientações aos executivos são dadas toda semana por Steve Jobs. As segundas-feiras são dedicadas à discussão de projetos importantes e as quartas-feiras são reservadas para encontros de marketing e comunicação. Todos que participam dessas conversas saem da reunião com uma lista de afazeres e, ao lado de cada tarefa, são discriminadas as responsabilidades individuais de cada envolvido.
Os melhores da empresa são reunidos em um grupo de elite chamado de Top 100, que integram uma espécie de Maçonaria. Sempre que convocados, eles se reúnem por três dias em um lugar secreto para debater estratégias da empresa. Segundo a Fortune, o evento é tão sigiloso que os convidados sequer podem anotar o compromisso em suas agendas e são proibidos de dirigir até o lugar escolhido pelo chefe. Além de ter uma grande responsabilidade para com a empresa, esse grupo seleto tem o privilégio de ser o primeiro a saber das decisões e novos produtos da companhia. O iPod, por exemplo, foi apresentado pela primeira vez em uma reunião como essa.
Os empregados que quiserem entrar para o time podem se aperfeiçoar na universidade corporativa da Apple. Em 2008, quando criou a “escola”, a companhia contratou o reitor da Yale School of Management, Joel Podolny, para escrever uma série de casos internos de suas maiores decisões desde que foi fundada. O movimento foi mais do que uma preocupação com a formação dos funcionários. Na época em que a universidade da empresa foi criada, Steve Jobs estava para tirar sua segunda licença médica e, enquanto estivesse afastado, queria garantir que a Apple continuasse a mesma. Pelo visto, até o momento, a estratégia tem dado certo.
Fonte: Exame